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Para Bellintani, Casa do Rio Vermelho pode despertar novos movimentos

O secretário municipal de Educação, Guilherme Bellintani, afirmou, em entrevista à Rádio Metrópole, que a Casa do Rio Vermelho tem o objetivo de não apenas relembrar a obra do escritor Jorge Amado, mas despertar novos movimentos culturais. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira / Metropress

Por Juliana Almirante no dia 29 de Maio de 2015 ⋅ 12:29

O secretário municipal de Educação, Guilherme Bellintani, afirmou, em entrevista à Rádio Metrópole, que a Casa do Rio Vermelho tem o objetivo de não apenas relembrar a obra do escritor Jorge Amado, mas despertar novos movimentos culturais. "Acho importante é que a casa não resolve. Fecha um ciclo 40 anos depois, mas precisamos um olhar crítico. A gente precisa usar a casa para novos movimentos e não ser só memorialista”, avaliou.

“A gente teve a sensação de 'Que pena que ficou pronta', porque foi muito bom fazer (a casa). Vimos cada espaço da casa sendo reconfigurado”, conta. O Jornal do Meio dia dessa sexta-feira (29) é apresentado diretamente da casa, onde Jorge Amado e sua mulher, a também escritora Zélia Gattai, viveram por vários anos. O espaço funciona de terça a domingo, das 10h às 17h.

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