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Professores de Lauro de Freitas mantêm greve após Justiça decretar ilegalidade

Mesmo após a Justiça determinar a ilegalidade da paralisação, a greve dos professores da rede municipal de ensino de Lauro de Freitas vai continuar, de acordo com o sindicato da categoria. [Leia mais...]

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Foto : Divulgação/ Asprolf

Por Juliana Almirante no dia 30 de Maio de 2015 ⋅ 10:01

Mesmo após a Justiça determinar a ilegalidade da paralisação, a greve dos professores da rede municipal de ensino de Lauro de Freitas vai continuar, de acordo com o sindicato da categoria. Os professores cruzaram os braços por tempo indeterminado no dia 18 de maio. 

De acordo com a Justiça, o governo já havia concedido o piso nacional, assim como a garantia de conquistas adquiridas pela categoria, tais como a manutenção da redução de horas, conforme Lei Municipal e as reformas do patrimônio escolar. Por isso, concluiu que o movimento é ilegal.

O coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Lauro de Freita (Asprolf), Jorge Garrido, contesta e afirma que foi oferecido à categoria em reunião um salário proporcional às horas trabalhadas, mas após fechar o acordo, a proposta não estava detalhada na pauta de negociação.

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