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Superintendente fala da história e acervo do Museu Carlos Costa Pinto

A superintendente do Museu Carlos Costa Pinto, Bárbara Santos, contou, em entrevista à Rádio Metrópole como surgiu o espaço, localizado no Corredor da Vitória, em Salvador. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/ Metropress

Por Juliana Almirante no dia 12 de Junho de 2015 ⋅ 12:23

A superintendente do Museu Carlos Costa Pinto, Bárbara Santos, contou, em entrevista à Rádio Metrópole como surgiu o espaço, localizado no Corredor da Vitória, em Salvador. O Jornal do Meio Dia dessa sexta-feira (12) é apresentado diretamente do museu.

“Ele (Carlos) começou como um 'boy' na Magalhães e Companhia e terminou como presidente”, narra. Segundo Bárbara, empresário costumava a dizer à sua esposa, Margarida, que gostaria que sua coleção artística continuasse na Bahia. Anos após a sua morte, a mulher organizou as obras para abertura do local.

O museu reúne obras de pintores baianos, porcelana europeia e francesa. "A principal singularidade são as jóias criolas. Não há noticia de colecionador que tenha este acervo do Museu Carlos Costa Pinto”, afirma.

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