
Cultura
'Dizem que o Tchan é vintage, mas nunca vai sair de moda', acreditam cantores
Jamaica contou ainda como Washington ganhou o prenome de "compadre"

Foto: Tácio Moreira / Metropress
Em tempos de domínio do sertanejo, o É O Tchan pode se gabar de ter conseguido fazer show em Goiás, terra o ritmo de Marília Mendonça.
"A gente tem uma felicidade de falar que nós conseguimos fazer um repertório muito bacana e conseguiu trazer todas as pessoas, todos os públicos com a gente cantando as coisas boas da Bahia. Naquela hora era difícil os cariocas, os paulistas aceitarem. O Nordeste até aceitava. Hoje a gente chega no Sul e a gente nem canta. Nem abre a boca. Cantam e dançam tudo. A gente foi uma das bandas da Bahia que conseguiram entrar em Goiás nesse período. É difícil. Para a gente, isso é um privilégio", avaliaram os cantores Beto Jamaica e Compadre Washington, em entrevista à Rádio Metrópole.
Para eles, o Tchan nunca vai sair de moda. "As pessoas costumam dizer que os Tchan é vintage, é uma coisa que é antiga, mas até porque a gente foi beber na fonte para pegar samba de Dona Canô, Riachão", revelam.
Jamaica contou ainda como Washington ganhou o prenome de "compadre". "Virou compadre depois que ele me deu o Lázaro para batizar. Ai eu comecei a chamar compadre de compadre Washington no show e no segundo disco eu já gravo 'alô meu Compadre Washington'. Aí pegou mesmo, virou um bordão. Eu digo até o final da carreira me dê uma ponta porque eu te botei no auge", brincou.
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