Economia

Dólar cai pelo terceiro dia seguido e fecha a R$ 4,07

O dólar fechou em queda nesta terça-feira (26) e ficou cotado em R$ 4,07. Esta foi a terceira queda seguida, caindo 0,78% em dia de instabilidade. "A volatilidade nos preços do petróleo continua sendo o principal fator influenciando o desempenho do câmbio no mundo", disse o estrategista do Scotiabank para a América Latina Eduardo Suarez à agência de notícias Reuters. [Leia mais...]

[Dólar cai pelo terceiro dia seguido e fecha a R$ 4,07]
Foto : Reprodução/Agência Reuters

Por Matheus Simoni no dia 26 de Janeiro de 2016 ⋅ 17:02

O dólar fechou em queda nesta terça-feira (26) e ficou cotado em R$ 4,07. Esta foi a terceira queda seguida, caindo 0,78% em dia de instabilidade. "A volatilidade nos preços do petróleo continua sendo o principal fator influenciando o desempenho do câmbio no mundo", disse o estrategista do Scotiabank para a América Latina Eduardo Suarez à agência de notícias Reuters.

Os preços do petróleo voltaram a subir com força nesta sessão, em meio a esperanças de um acordo entre produtores que ajude a enfrentar o excesso global de oferta. O movimento alimentou a demanda por ativos de maior risco e levou o dólar a recuar em relação às principais moedas da América Latina. No mercado interno, o Banco Central divulgou nesta terça-feira os dados do setor externo. O país encerrou 2015 com um déficit em conta corrente de US$ 58,942 bilhões, o menor em 5 anos, equivalente a 3,2% do PIB. 

Notícias relacionadas

[Em retração, classes A e B ganham 464 mil negros]
Economia

Em retração, classes A e B ganham 464 mil negros

Por Clara Rellstab no dia 13 de Agosto de 2018 ⋅ 11:00 em Economia

Estudo afirma que movimento vai na direção oposta ao que ocorreu no Brasil no ano passado, quando 800 mil pessoas deixaram as classes mais altas

[Vendas do varejo caem 0,3% em junho, aponta IBGE]
Economia

Vendas do varejo caem 0,3% em junho, aponta IBGE

Por Clara Rellstab no dia 10 de Agosto de 2018 ⋅ 12:40 em Economia

Segundo divulgado hoje (10) pelo IBGE, a taxa de maio foi revisada para queda de 1,2%, devido à greve dos caminhoneiros