Economia

Bancários decidem manter greve e fazem novo ato nesta terça-feira

Durante assembleia realizada nessa segunda-feira (3), os bancários decidiram manter a greve da categoria. Iniciada 6 de setembro, a paralisação é nacional e chega ao 29º dia nesta terça-feira (4). Um novo ato foi agendado para hoje, às 18h, no Banco do Brasil do Comércio, em Salvador. Já nesta quarta-feira (5), em apoio à categoria, os vigilantes fazem outra mobilização, às 9h, na agência da Caixa, no mesmo bairro. [Leia mais...]

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Foto : Divulgação

Por Camila Tíssia no dia 04 de Outubro de 2016 ⋅ 10:48

Durante assembleia realizada nessa segunda-feira (3), os bancários decidiram manter a greve da categoria. Iniciada 6 de setembro, a paralisação é nacional e chega ao 29º dia nesta terça-feira (4). Um novo ato foi agendado para hoje, às 18h, no Banco do Brasil do Comércio, em Salvador. Já nesta quarta-feira (5), em apoio à categoria, os vigilantes fazem outra mobilização, às 9h, na agência da Caixa, no mesmo bairro.

De acordo com o Sindicato dos Bancários da Bahia, "a categoria não abre mão de aumento real até porque os bancos formam o setor mais lucrativo da economia nacional e, mesmo com a crise financeira internacional, têm alcançado lucros cada mais expressivos. A adesão da greve segue forte e se fortalece a cada dia em que a Fenaban [Federação Nacional dos Bancos] mantém a intransigência e não chama os trabalhadores para a negociação". 

Os bancários reivindicam um reajuste salarial de 14,62% (reposição da inflação mais 5% de aumento real), PLR (Participação nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 8.317,90, também da ampliação nas contratações, além de segurança e melhores condições de trabalho.

Ainda segundo a categoria, os cinco maiores bancos em operação no país obtiveram lucro líquido de R$ 29,7 bilhões no primeiro semestre deste ano. Na última negociação, os banqueiros propuseram acordo com validade de dois anos. Para 2016, reajuste de 7% para salários e demais verbas e abono de R$ 3,5 mil. Em 2017, seria a recomposição da inflação mais aumento real de 0,5%. A proposta foi rejeitada. 

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