Economia

Presidente da Desenbahia diz que órgão diminuiu burocracia para crédito

O presidente da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), Otto Alencar Filho – filho do senador Otto Alencar (PSD) – falou, em entrevista à Rádio Metrópole, sobre os projetos do órgão no estado. [Leia mais...]

[Imagem not found]
Foto : Divulgação

Por Juliana Almirante no dia 15 de Julho de 2015 ⋅ 12:22

O presidente da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), Otto Alencar Filho – filho do senador Otto Alencar (PSD) – falou, em entrevista à Rádio Metrópole, nesta quarta-feira (15), sobre os projetos do órgão no estado. “A Desenbahia está com foco muito grande em novos projetos, principalmente que venham consolidar as cadeias produtivas mais importantes para o estado. São projetos que geram mais emprego e renda e arrecadação do ICMS, para que a gente possa trazer mais riqueza para o nosso interior”, explicou.

“Alagoinhas tem um polo logístico por conta da produção de cerveja.  Feira de Santana é um polo industrial e logístico forte. A gente percebe que, por estar numa área estratégica, a possibilidade de distribuição é grande. Camaçari tem polos importantes na área industrial”, comentou. Otto Filho defende que a agência atualmente é menos burocrática para oferecer crédito a empresários. “Hoje com o projeto de melhoria continua a gente conseguiu reduzir nossos prazos de análise. Hoje a gente tem metas e prazos de análise. Se for empresa maior ou menor, temos documentações específicas”, disse.

Notícias relacionadas

[Novos aluguéis subiram abaixo da inflação em 2018, aponta Fipe]
Economia

Novos aluguéis subiram abaixo da inflação em 2018, aponta Fipe

Por Clara Rellstab no dia 16 de Janeiro de 2019 ⋅ 10:40 em Economia

Em 2018, o Índice de Locação Residencial acumulou alta de 2,33% – abaixo da inflação do período, de 3,75%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, calculado...

[Inadimplência no país cresce 4,41% em 2018]
Economia

Inadimplência no país cresce 4,41% em 2018

Por Juliana Rodrigues no dia 15 de Janeiro de 2019 ⋅ 22:00 em Economia

Cerca de 62,6 milhões de brasileiros fecharam o ano com alguma conta em atraso e restrições no CPF, segundo dados da CNDL e do SPC