Economia

Investimento em startups brasileiras cresce 51% em 1 ano

“Investir em startups é pensar no que pode dar certo”, afirma Anderson Thees, sócio do fundo Redpoint eVentures.

[Investimento em startups brasileiras cresce 51% em 1 ano]
Foto : Pixabay

Por Kamille Martinho no dia 12 de Maio de 2019 ⋅ 17:00

Desde 2011, um grupo de investidores aportaram quase R$ 13 bilhões em startups brasileiras. Reunidos em fundos de investimentos, eles são especializados em garimpar ideias que podem virar negócios bilionários, como Nubank, Movile, Stone, 99, PagSeguro e Gympass.

Só no ano passado, os fundos investiram US$ 1,3 bilhão (R$ 5,1 bilhões): volume 51% superior ao de 2017, segundo dados da Associação Latino-americana de Private Equity e Venture Capital (Lavca, na sigla em inglês). O montante representou 65% de todos os investimentos feitos na América Latina. 

Esse apetite faz parte de um movimento iniciado nos últimos anos por fundos como monashees, Kaszek, Redpoint eVenture, Valor Capital e 500 Startups. Na linha de frente desses fundos estão ex-executivos de grandes empresas, diplomatas e empreendedores que venderam seus negócios e são agora investidores. A lista inclui o fundador do Buscapé, Romero Rodrigues; os ex-Mercado Livre Hérnan Kazah e Nicolás Szekasy; o ex-embaixador dos Estados Unidos no Brasil Clifford Sobel; e o herdeiro da família que controla o grupo Ultra, Fabio Igel. Eles integram o time dos principais “caçadores” de startups do País.

“Investir em startups é pensar no que pode dar certo. Quanto mais nova, mais você precisa focar no time e no sonho”, afirma Anderson Thees, sócio do fundo Redpoint eVentures.

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