Economia

Produção industrial baiana tem 3ª queda consecutiva entre julho e agosto, diz IBGE

Desempenho foi puxado para baixo pela indústria extrativa e de transformação

[Produção industrial baiana tem 3ª queda consecutiva entre julho e agosto, diz IBGE]
Foto : Agência Brasil

Por Juliana Rodrigues no dia 08 de Outubro de 2019 ⋅ 11:20

A produção industrial da Bahia apresentou queda de 0,1% na passagem de julho para agosto, segundo dados divulgados hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o terceiro recuo seguido do indicador, que já havia registrado resultados de -3,4% de maio para junho e -1,5% de junho para julho.

O desempenho da indústria baiana de julho para agosto foi pior que a média nacional (0,8%). Dentre 15 locais investigados, o estado foi um dos quatro onde houve queda da produção industrial.

No confronto com agosto de 2018, a produção industrial da Bahia também recuou (-9,3%), mostrando o terceiro resultado negativo consecutivo (-8,6% em junho e -5,7% em agosto). Com os resultados mais recentes, a produção industrial na Bahia acelerou seu ritmo de queda tanto no acumulado no ano de 2019, frente ao mesmo período de 2018 (-3,1%), quanto no acumulado em 12 meses (-1,6%). Em julho esses indicadores haviam ficado em -2,1% e -0,6% respectivamente.

A queda na comparação com o mesmo mês do ano passado foi consequência do desempenho negativo tanto da indústria extrativa (-7,9%) quanto da indústria de transformação (-9,4%).

Notícias relacionadas

[Setor de serviços cai 0,2% em agosto, diz IBGE]
Economia

Setor de serviços cai 0,2% em agosto, diz IBGE

Por Juliana Rodrigues no dia 11 de Outubro de 2019 ⋅ 11:20 em Economia

Índice representa o quinto resultado negativo registrado em 2019 e foi puxado pela queda nas atividades ligadas aos transportes

[Vendas do varejo caem -1,0% de julho para agosto na Bahia]
Economia

Vendas do varejo caem -1,0% de julho para agosto na Bahia

Por Juliana Almirante no dia 10 de Outubro de 2019 ⋅ 12:40 em Economia

Resultado foi alcançado na série livre de influências sazonais, depois do crescimento de 2,4% que havia sido registrado na passagem entre junho para julho