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"Se a gente não subir, é porque o trabalho não foi bem feito", diz Nei

“Aqui no Bahia nós contratamos o jogador com um salário fixo e um “plus” devido a sua produtividade. Com isso, eles brigam para conquistar seu espaço, para consequentemente ganhar mais”, continuou. Até o salário do gestor funciona de maneira parecida [Leia mais...]

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Foto : Divulgação/ECB

Por Pedro Sento Sé no dia 24 de Fevereiro de 2016 ⋅ 10:32

O diretor de futebol do Bahia, Nei Pandolfo, foi o entrevistado de Antônio Tillemont no “Papo com Tillé” nesta terça-feira. Dentre os assuntos abordados, o diretor explicou como funciona os contratos de alguns contratados do Bahia, utilizando como base o trabalho feito por ele no Sport entre 2013 e 2015.

“Eu cheguei em 2013 e montamos o time do zero. Surgiram algumas oportunidades, trouxemos Diego Souza para lá e chamamos os holofotes para Recife. Aos poucos fomos fazendo uma equipe mais encorpada”, explicou.

O diretor disse que para montar uma equipe boa é preciso assumir o risco e motivar os jogadores. “Aqui no Bahia nós contratamos o jogador com um salário fixo e um “plus” devido a sua produtividade. Com isso, eles brigam para conquistar seu espaço, para consequentemente ganhar mais”, continuou.

Até o contrato diretor é baseado no mesmo conceito. “Meu vínculo é de um ano podendo renovar por mais um ano. Se a gente não subir, é porque o trabalho não foi bem feito. Tem que ser curto e grosso”, disse.

Sobre mais reforços, Pandolfo disse que o Bahia tem condições de investir, mas que o mercado está difícil. “A competição está grande. Temos que ter cuidado para não acelerar demais em uma negociação e acabar errando, principalmente em contratações grandes. Mas garanto que reforços vão vir", encerrou.

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