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"Foi um jogo difícil que a gente tornou fácil", diz Guto Ferreira após triunfo

"Foi um jogo difícil que a gente tornou fácil". Com essas palavras, o técnico Guto Ferreia classificou o triunfo do Bahia sobre o Paraná como um jogo de extrema importância pela entrega e pela sintonia entre o torcedor que foi até a Fonte Nova e a equipe. Em entrevista coletiva, o comandante tricolor exaltou a atuação do time no segundo tempo.[Leia mais...]

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Foto : Divulgação/ECB

Por Matheus Simoni no dia 27 de Agosto de 2016 ⋅ 20:53

"Foi um jogo difícil que a gente tornou fácil". Com essas palavras, o técnico Guto Ferreia classificou o triunfo do Bahia sobre o Paraná como um jogo de extrema importância pela entrega e pela sintonia entre o torcedor que foi até a Fonte Nova e a equipe. Em entrevista coletiva, o comandante tricolor exaltou a atuação do time no segundo tempo.

"Corremos riscos, o Muriel fez boas defesas. O Karanga [jogador do Paraná] impôs muita dificuldade, mas foi caindo. À medida que o time dele foi caindo de rendimento, a gente ganhou espaços e tomamos o controle do jogo. Não tivemos a competência de empurrar a bola para dentro no primeiro tempo. No segundo nós tivemos, e empurramos três", declarou o treinador. Guto ainda comentou a sequência de jogos do time na Série B e destacou que o Bahia terá "12 finais" pela frente para conseguir o objetivo de subir de divisão. "Não estava tudo certo e nem estava tudo errado lá atrás. Pézinho no chão. Temos ainda 12 finais para chegar ao nosso objetivo. Mais do que nunca a gente precisa da Fonte Nova assim como hoje, transbordando de energia. A equipe foi reflexo disso lá dentro. Não existe qualidade no espetáculo sem essa parceria que arrepia e transborda dentro de campo, e sim com uma parceria em que um ajuda o outro. Ainda não é o sorriso que o Bahia merece, porque ele merece um sorriso de Série A, e vamos trabalhar para que ele consiga isso", disse ele.

Questionado sobre qual seria a cara do time após essa mudança no comportamento da equipe após a sua chegada, Guto respondeu que o Bahia deve representar o torcedor dentro de campo. "Tem que ter a cara do Bahia, não pode ser a cara do Guto Ferreira. É isso que o torcedor quer ver, o time aguerrido e competindo. Não pode faltar vibração, entrega e competitividade para buscar o triunfo. É esse Bahia que o torcedor quer ver e é esse Bahia que queremos botar para jogar", afirmou.

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