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Conselheiro critica diretoria do Vitória: "90% era a favor de eleições diretas"

O ex-diretor médico e conselheiro do Esporte Clube Vitória, José Carlos Brito, explicou em entrevista ao Metro1, na manhã desta terça-feira (18) porque deixou o cargo no clube, o que aconteceu em meados do mês de setembro. [Leia mais...]

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Foto : Divulgação/ EC vitória

Por Matheus Morais no dia 18 de Outubro de 2016 ⋅ 10:00

O ex-diretor médico e conselheiro do Esporte Clube Vitória, José Carlos Brito, explicou em entrevista ao Metro1, na manhã desta terça-feira (18) porque deixou o cargo no clube, o que aconteceu em meados do mês de setembro. "Considero [o presidente do Vitória, Raimundo Viana, e o vice Manoel Matos] pessoas de bem. Sai porque não concordava com a condução da reforma estatutária. Naquele momento o Conselho Deliberativo havia terminado seu trabalho, analisado todas as propostas, encaminhada pelos conselheiros, chegou-se a um texto final, que deveria ser encaminhado para o presidente do Conselho para votação. Doutor Raimundo e Manoel Matos se reuniram com o presidente do Conselho Deliberativo para discutir o texto de consenso. Não me senti mais à vontade de permanecer na diretoria, depois que essas pessoas se sentaram  sem eu opinar nada, sendo eu do conselho diretor", disse. 

Para Brito, um dos caminhos para o crescimento do Vitória é a realização de eleições diretas. "O Vitória teria tudo para fazer eleições diretas esse ano, mas por uma condução equivocada desse processo de reforma estatutária, quando o Conselho Deliberativo e sua presidência deveria ter uma condução mais clara do processo e não tomar partido de um ou de outro. Quase 90% dos conselheiros era a favor das eleições diretas, mas infelizmente isso não aconteceu esse ano. Vai ser ainda pelo estatuto antigo, acredito que não tem mais como adiar isso. O próximo presidente terá a obrigação de fazer essa reforma estatutária como uma questão de moralidade administrativa", afirmou. 

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