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Candidato à presidência do Vitória, Ricardo David defende futebol “com paixão”

Ex-diretor de marketing e candidato a presidência do Vitória pela chapa Vitória de Todos Nós, Ricardo David analisou, em entrevista à Rádio Metrópole nessa terça-feira (1), a campanha do clube e os motivos da sua saída do cargo [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Bárbara Silveira e Gabriel Nascimento no dia 01 de Novembro de 2016 ⋅ 12:46

Ex-diretor de marketing e candidato a presidência do Vitória pela chapa Vitória de Todos Nós, Ricardo David analisou, em entrevista à Rádio Metrópole nessa terça-feira (1), a campanha do clube e os motivos da sua saída do cargo. Ex-diretor de Planejamento do clube, Ricardo David foi oficializado como responsável pelo marketing rubro-negro em 2014, substituindo Adilson Baptista.

“No futebol a gente não pode colocar outra coisa que não seja paixão. Você só sai pra um desafio como esse se tiver paixão. Fui diretor de marketing, por incompatibilidade minha com a gestão, saí. Não concordava com alguns aspectos. Era até um momento bom, é fácil sair quando as coisas estavam ruins. Ali eu já enxergava dificuldades. motivado por amigos, conselheiros e torcedores que me disseram: ‘Ricardo você implantou algo legal no Vitória que é a aproximação com o torcedor’, estou disposto a entrar nessa luta”, disse sobre a campanha para presidente. 

David lembrou que os sócios do clube vão participar do processo que vai eleger o novo presidente. “O conselho deliberativo incorporou a eleição direta e de uma hora pra outra, o estatuto discutido, sofreu uma transformação. Ai apareceu uma versão nova, estranha, que o conselho não poderia se render e votamos contra. O conselho é soberano, não queria que um político no exercício de mandato pudesse exercer uma função diretiva no Vitória. Um deputado, prefeito, seja lá o que for, não poderia exercer um cargo.  Na minuta, de repente, esse item sumiu. Nos sentimos ultrajados. O processo não foi feito como planejado, por isso não temos eleição direta, mas vamos ter. Em dezembro, seguramente, em torno do dia 10. Os sócios torcedores que tem mais de 18 meses votam nessa eleição. Aqueles chamados sócios contribuintes, que são os conselheiros, vamos ter um colégio eleitoral de em torno de 2 mil pessoas que vão traçar os destinos do vitória pra ano que vem”, explicou. 

 

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