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Vitória reverte na Justiça proibição de registro e venda de jogadores

O departamento jurídico do Vitória conseguiu nesta quarta-feira (15) reverter o processo que corre na Justiça sobre o bloqueio de uma suposta dívida na gestão do clube em 2003, ação feita pelo ex-jogador, ex-técnico e então Diretor de Futebol, Edinho Nazareth, em 2008. Na última terça-feira (14), uma decisão da 11ª Vara Cível e Comercial de Salvador, expedida pelo juiz Benício Mascarenhas Neto, bloqueou quase R$ 4 milhões do clube e proibiu que novos atletas fossem registrados na CBF, impedindo o Leão da Barra de vender ou comprar jogadores. [Leia mais...]

[Vitória reverte na Justiça proibição de registro e venda de jogadores]
Foto : Divulgação/ECV

Por Matheus Simoni no dia 15 de Fevereiro de 2017 ⋅ 18:40

O departamento jurídico do Vitória conseguiu nesta quarta-feira (15) reverter o processo que corre na Justiça sobre o bloqueio de uma suposta dívida na gestão do clube em 2003, ação feita pelo ex-jogador, ex-técnico e então Diretor de Futebol, Edinho Nazareth, em 2008.

Na última terça-feira (14), uma decisão da 11ª Vara Cível e Comercial de Salvador, expedida pelo juiz Benício Mascarenhas Neto, bloqueou quase R$ 4 milhões do clube e proibiu que novos atletas fossem registrados na CBF, impedindo o Leão da Barra de vender ou comprar jogadores. Nazareth ingressou com uma ação na Justiça alegando que emprestou uma quantia ao rubro-negro baiano em 2003, quando o Vitória era presidido por Paulo Carneiro.

"Estamos atuando com ênfase para preservar os interesses do Vitória, revertendo decisões que possam prejudicar o clube", afirmou o Diretor Jurídico, Augusto Vasconcelos. Segundo o clube, o Vitória, apesar de não ter sido notificado oficialmente, se antecipou e pediu novas análises sobre a dívida, incluindo uma ação rescisória que anula a condenação. O clube ressalta que a ação não é trabalhista, mas cível.

O primeiro pedido para fracionar a dívida não foi aceito em primeira decisão da justiça. "O Vitória ainda não foi notificado do bloqueio. Entretanto, já fizemos o pedido de liberação e consideração juiz. Fizemos duas petições para análise. Pedimos uma reconsideração da decisão, parcelamento ou até anulação do julgamento. Caso não sejam aceitas, vamos ingressar com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça da Bahia", alega Vasconcelos. 

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