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Vitória é notificado sobre julgamento de processo de intervenção

O Vitória foi notificado nesta quarta-feira (12) sobre a pauta do julgamento, em 2ª instância, sobre o processo de intervenção do clube que ocorre na Justiça. A audiência preliminar para tratar do tema deve ser realizada no dia 31 de agosto e o julgamento está programado para o dia 17 de agosto. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Matheus Simoni no dia 12 de Agosto de 2015 ⋅ 18:05

O Vitória foi notificado nesta quarta-feira (12) sobre a pauta do julgamento, em 2ª instância, sobre o processo de intervenção do clube que ocorre na Justiça. A audiência preliminar para tratar do tema deve ser realizada no dia 31 de agosto e o julgamento está programado para o dia 17 de agosto. De acordo com o site Bocão News, o advogado do Vitória, Dilson Pereira, afirmou estar tranquilo a respeito do julgamento. "A expectativa é de ser julgado e negado o provimento da apelação. O Vitória está bem tranquilo em relação a este assunto", disse o advogado.

Dilson ainda explicou como está a situação do processo na Justiça. "Na primeira instância, o Vitória teve ganho de causa, foi julgado improcedente e a justiça acolheu que não havia no estatuto uma previsão do registro de tal ata, que foi posteriormente registrada. Seria um retrocesso, agora, modificar, anular diversos atos jurídicos, em um defeito que é sanável e foi sanado, inclusive", completa.

O advogado rubro-negro rechaça que tenha existido algum erro com a lista de sócios na época da eleição presidencial de Alexi Portela, que esteve no comando do clube de 2005 a 2013. "Nada disso foi comprovado dentro do processo. Inclusive, a principal testemunha deles foi impugnada, foi dada como suspeita. Não houve qualquer prova de irregularidade na eleição, até porque a eleição foi por aclamação, só teve uma chapa inscrita. A posse dos membros da chapa se dá pela posse do presidente eleito do Conselho Deliberativo, ou seja, ainda que constasse na lista algum nome equivocado, tal nome não foi computado, porque não houve votação nominal, tampouco influenciaria a decisão final", afirma o advogado.

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