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Puco! Bordão do radialista Marinho Júnior conquista Salvador e vira boné disputa

“Gooooooooooool do Bahia!” Quando você ouve esse grito na Metrópole, pode dizer pra todo mundo ouvir: “Fure ele, pai! Puco! Puco!” Aqui na 101.3, gol tricolor é Puco! E o bordão do radialista Marinho Júnior já conquistou a cidade. Nos bares, nos estádios ou até mesmo nos babas da galera, cada vez mais gente repete essa expressão tão baiana que foi incorporada às transmissões de futebol da equipe Os Campeões da Bola. [Leia mais...]

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Foto : Reprodução

Por Pedro Sento Sé no dia 29 de Agosto de 2015 ⋅ 08:30

“Gooooooooooool do Bahia!” Quando você ouve esse grito na Metrópole, pode dizer pra todo mundo ouvir: “Fure ele, pai! Puco! Puco!” Aqui na 101.3, gol tricolor é Puco! E o bordão do radialista Marinho Júnior já conquistou a cidade. Nos bares, nos estádios ou até mesmo nos babas da galera, cada vez mais gente repete essa expressão tão baiana que foi incorporada às transmissões de futebol da equipe Os Campeões da Bola.

“Rapaz, a ficha ainda não caiu. Não tenho a dimensão dessa repercussão toda não. Mas tô muito feliz”, afirma o repórter Marinho Júnior, o “puco” da Metrópole. A ideia surgiu durante uma viagem com o repórter Clerisson Amorim e o narrador Rainan Peralva. “Sempre que eu contava uma história, metia esse ‘puco’ aí no meio. Aí os caras falaram que era pra colocar na hora do gol do Bahia”, conta. Mas o ‘puco’ não caminha sozinho. A ideia de colocar o “fure ele” surgiu com Vinícius Santos, o Boneco. Aí depois foi só juntar tudo e agora é puco que não acaba mais”, brinca.

E você tá achando que o bordão só é famoso em Salvador? Júnior conta que, no Chile, durante a transmissão da Copa América, uma mulher lhe perguntou o que era o puco. “Conversa vai, conversa vem, durante a transmissão eu não quis nem saber e larguei: ‘pueco’, conta, rindo.

Boné e patrocínio cobiçados

O primeiro jogo de Marinho Júnior como repórter foi em 2012. Atlético-GO 0x1 Bahia, partida que manteve o tricolor na Série A. “Nunca neguei que sou torcedor do Bahia. Mas sei separar o profissional e a paixão. Menos na hora do gol. Ali, eu reservo um momento para ser um torcedor com o microfone na mão”, comenta.

No jogo contra o América-MG, no sábado (22), as Tricoleaders, líderes de torcida do Esquadrão, comemoraram quatro anos. E todas entraram com um boné personalizado. “Virou febre. Todo mundo me pergunta onde compra, quanto é. Vou comercializar! Afinal, puco! O dinheiro tem que bater na conta né?”, ri. O bordão está tão cobiçado que duas empresas pagam para patrocinar o gol do Bahia.

 

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