Justiça

Barroso determina que redes sociais respondam sobre disparos pró-Bolsonaro

WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram e Google terão que esclarecer "impulsionamentos"

[Barroso determina que redes sociais respondam sobre disparos pró-Bolsonaro]
Foto : Reprodução / Flickr / TSE

Por Leonardo Sousa no dia 10 de Novembro de 2018 ⋅ 17:00

Relator no Tribunal Superior Eleitoral da prestação de contas parcial do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o ministro Luís Roberto Barroso determinou nesta quinta-feira (8) ao WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram e Google que respondam se houve contratação de impulsionamento de conteúdo a favor do candidato durante as eleições.

"As eleições 2018 são o primeiro pleito em que foi autorizada a contratação de impulsionamento de conteúdos na internet. [...] O impulsionamento de conteúdos é considerado gasto eleitoral, sujeito a registro e aos limites fixados na lei", escreveu Barroso, no documento.

Solicitada pela área técnica do TSE, que analisa as contas de campanha apresentadas por Bolsonaro, a determinação exige às empresas detalhes como nome, número do CPF/CNPJ do eventual contratante, data da contratação, tipo e valor do serviço adquirido. As notificações foram emitidas nesta sexta (9) e o prazo de resposta é de três dias.
 

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