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Brasileiro derruba e quebra estátua do século 18 em museu de Portugal

Um turistas brasileiro que visitava o Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, Portugal, acidentalmente derrubou uma escultura barroca de madeira do século 18 enquanto recuava para tirar foto de uma outra obra de arte. O acidente aconteceu na manhã do último domingo. A estátua caiu e quebrou. A obra foi encaminhada para a restauração. [Leia mais...]

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Foto : Reprodução /Facebook

Por Laura Lorenzo no dia 07 de Novembro de 2016 ⋅ 14:21

Um turistas brasileiro que visitava o Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, Portugal, acidentalmente derrubou uma escultura barroca de madeira do século 18 enquanto recuava para tirar foto de uma outra obra de arte. O acidente aconteceu na manhã do último domingo. A estátua caiu e quebrou. A obra foi encaminhada para a restauração e o visitante não foi identificado.

De acordo com o jornal português “Diário de Notícias”, a assessora do Ministério da Cultura de Portugal, Teresa Bizarro, declarou que, em uma primeira avaliação, concluiu que os “danos são reversíveis”. Ainda conforme o depoimento da assessora, um dos vigilantes do museu teria alertado o turista para não recuar mais, mas ele não ouviu a tempo. A escultura, que representa São Miguel Arcanjo, está desde julho na Galeria de Escultura Portuguesa, no terceiro piso do edifício. 

O caso veio à tona após uma publicação polêmica de um outro visitante, que tirou uma foto da imagem e postou com a legenda “é o preço a pagar pela gratuitidade do primeiro domingo de cada mês”, referindo-se ao fato do incidente ter acontecido no primeiro domingo do mês, dia em que o museu é aberto ao público. A publicação acabou sendo retirada do ar, por conta da repercussão controversa. 

Apesar de ser o mais importante museu de arte dos séculos 12 a 19 no país, o Museu Nacional de Arte Antiga sofre com a falta de funcionários. Segundo o “Diário de Notícias”, são menos de 30 vigilantes para cuidar das 82 salas abertas ao público. O diretor do museu, António Filipe Pimentel, havia alertado sobre a situação do museu no início do mês de setembro. "De certeza absoluta que um destes dias há uma calamidade no museu. Só pode, porque andamos a brincar ao património", previu ele na declaração.

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