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Brasileira cria projeto para empoderar mulheres em favelas sul-africanas

A brasileira Mila Moreano criou um projeto na África do Sul que ensina corte e costura e empreendedorismo a mulheres de comunidades carentes da região.“Comecei a dar aulas de costura à mão. Depois eu levei duas máquinas que eu tinha na garagem. Sei pouco de costura, o básico. Fomos aprendendo juntas, pesquisando no youtube", disse.Em 2015, Mila Moreano começou a fazer pós-graduação em Pedagogia especializada em Educação para Adultos na Universidade da Cidade do Cabo, quando começou a mostrar um caminho profissional para as mulheres que não tinham muita esperança de um futuro melhor.A brasileira lembra que, no início, todas essas mulheres estavam desempregadas e hoje não dependem tanto dos maridos ou elas próprias sustentam seus lares, já que a África do Sul tem, hoje, uma das mais altas taxas de desemprego do mundo. Em quatro anos de existência, o projeto já beneficiou cerca de 500 mulheres.Atualmente o escritório central funciona em um dos conteîneres de um complexo criado por fundações para desenvolver pequenos negócios na comunidade Philippi.

[Brasileira cria projeto para empoderar mulheres em favelas sul-africanas]
Foto : Reprodução/Arquivo Pessoal

Por Kamille Martinho no dia 18 de Agosto de 2019 ⋅ 13:30

A brasileira Mila Moreano criou um projeto na África do Sul que ensina corte e costura e empreendedorismo a mulheres de comunidades carentes da região.

“Comecei a dar aulas de costura à mão. Depois eu levei duas máquinas que eu tinha na garagem. Sei pouco de costura, o básico. Fomos aprendendo juntas, pesquisando no youtube", disse.

Em 2015, Mila Moreano começou a fazer pós-graduação em Pedagogia especializada em Educação para Adultos na Universidade da Cidade do Cabo, quando começou a mostrar um caminho profissional para as mulheres que não tinham esperança de um futuro melhor.

A brasileira lembra que, no início, todas essas mulheres estavam desempregadas e hoje não dependem tanto dos maridos ou elas próprias sustentam seus lares, já que a África do Sul tem, hoje, uma das mais altas taxas de desemprego do mundo. Em quatro anos de existência, o projeto já beneficiou cerca de 500 mulheres.

Atualmente o escritório central funciona em um dos conteîneres de um complexo criado por fundações para desenvolver pequenos negócios na comunidade Philippi.

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