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Baiano preso por promover racismo contra globais na internet é solto

[Baiano preso por promover racismo contra globais na internet é solto]
Foto : Reprodução / Polícia Civil

Por Milene Rios no dia 21 de Março de 2016 ⋅ 08:24

O baiano Thiago Zanfolin, preso como suspeito de promover ataques raciais contra atrizes e jornalistas da TV Globo, ficou menos de quatro dias preso. Ele foi solto nesse fim de semana junto com os outros dois suspeitos, que tinham sido presos em outros estados. 

A decisão da 23ª Vara Criminal do Rio de Janeiro transformou as prisões temporárias em medidas cautelares. Thiago Zanfolin, Francisco Pereira da Silva Júnior e Pedro Vitor Siqueira da Silva terão que se apresentar sempre que forem convocados e não podem trocar de endereço sem avisar.

Eles vão responder pelos crimes de racismo, injúria racial e também por formação de quadrilha. A pena pode chegar a 12 anos. As investigações foram concluídas e o inquérito foi entregue à Justiça.

Eles tinham sido presos na quarta-feira (16) em uma operação realizada em sete estados brasileiros — Rio, Paraná, Santa Catarina, Bahia, Minas, São Paulo e Rio Grande do Sul — para cumprir quatro mandados de prisão e 11 de busca e apreensão.

O titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática do Rio, Alessandro Thiers, informou durante coletiva de imprensa após a prisão do grupo que o objetivo deles era chamar atenção. "É o mesmo grupo [que ofendeu Taís, Sheron e Majú]. A intenção era chamar atenção. Escolhiam pessoas públicas, com notoriedade e seus integrantes se mobilizavam. Havia um código de conduta, se eles não participassem [das ofensas] eram punidos", diz o investigador.

No dia da prisão, Thiago alegou inocência e disse que o compiutador dele foi hackeado. 

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