Política

“Fico bastante triste”, afirma Dilma Rousseff sobre críticas ao seu governo

Em entrevista concedida ao apresentador Jô Soares na noite da última sexta-feira (12), no Palácio da Alvorada, a presidente Dilma Rousseff (PT) falou sobre o ajuste fiscal e afirmou que o país não está “estruturalmente doente”. Dilma comentou as críticas que vem recebendo, o que, segundo ela, a deixam “triste”. [Leia mais...]

[“Fico bastante triste”, afirma Dilma Rousseff sobre críticas ao seu governo]
Foto : Reprodução/TV Globo

Por Bárbara Silveira no dia 13 de Junho de 2015 ⋅ 09:00

Em entrevista concedida ao apresentador Jô Soares na noite da última sexta-feira (12), no Palácio da Alvorada, a presidente Dilma Rousseff (PT) falou sobre o ajuste fiscal e afirmou que o país não está “estruturalmente doente”. Dilma comentou as críticas que vem recebendo, o que, segundo ela, a deixam “triste”.

"É todo dia. Tem horas que exageram um pouco. Pegam pesado. Mas é da atividade pública (...) eu tenho de aceitar que as pessoas não gostem do que eu faço. Tenho de aceitar. Eu não levo no pessoal. Agora, se você quer saber se eu fico triste? Fico, sim. Em algumas horas, eu fico bastante triste. Porque é aquele negócio: ninguém é de ferro”, desabafou.

A petista argumentou que o ajuste é necessário para que a economia consiga se reerguer rapidamente e classificou os problemas enfrentados como momentâneos. “Mesmo fazendo o ajuste, como o Brasil não passa por uma situação em que ele é estruturalmente doente – pelo contrário –, ele está momentaneamente com problemas e dificuldades. Por isso, é importante fazer logo o ajuste para a gente sair mais rápido da situação. Acontece que nós temos de simultaneamente ao ajuste fazer investimentos em infraestrutura e manter programas sociais para não voltar para trás”, disse.

 

Comentarios

Notícias relacionadas

[Ex-ministro do Trabalho era 'fantoche' do PTB, diz PF ]
Política

Ex-ministro do Trabalho era 'fantoche' do PTB, diz PF 

Por Alexandre Galvão no dia 16 de Julho de 2018 ⋅ 14:00 em Política

O documento ainda aponta uma “efetiva participação” da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) no núcleo político de uma organização criminosa