Política

"Provavelmente não serei eu", diz Bellintani sobre ser vice de Neto em 2016

O secretário municipal de Educação, Guilherme Bellintani, fez um balanço sobre a sua passagem pelas secretarias de Cultura e Educação, além de comentar a possibilidade de disputar a eleição de 2016 como vice do prefeito ACM Neto (DEM). [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Gabriel Nascimento e Matheus Morais no dia 07 de Janeiro de 2016 ⋅ 10:31

O secretário municipal de Educação, Guilherme Bellintani, fez um balanço sobre a sua passagem pelas secretarias de Cultura e Educação, além de comentar a possibilidade de disputar a eleição de 2016 como vice do prefeito ACM Neto (DEM). Em entrevista ao Metro1, na manhã desta quinta-feira (7), Bellintani detalhou sua atuação. "Cheguei na secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Cultura sem nenhuma experiencia pública. Não sabia o que era empenho, orçamento, ordem de serviço. Não tinha nenhuma relação com as pequenas burocracias, quanto mais com as grandes estratégias de uma gestão pública", afirmou.

"Fizemos um ciclo de 2 anos com resultados importantes e que felizmente hoje se perpetuam na cidade. Mais importante que fazer uma gestão é deixar um sistema preparado para que ele seja continuado", disse. "Com a Educação peguei um desafio muito grande. O maior orçamento do município. Uma secretaria com um histórico de problemas e de notícias negativas. Passamos o primeiro momento com o objetivo de estancar notícias negativas, de fazer com que a pauta da educação fosse, pelo menos, neutra e depois de um determinado período a gente passa a trazer as notícias positivas", destacou.

Questionado sobre as eleições em 2016, Bellintani afirmou que será difícil continuar na vida pública, já que possui "projetos pessoais". "Muita gente falou sobre a minha filiação ao PPS, de que eu estaria me rendendo a vida pública. Mas foi um ato solicitado pelo prefeito, mas de uma formalidade necessária, pra que se eventualmente eu for escolhido, em alguma hipótese, pra figurar numa candidatura, estar apto no sentido formal. Não sendo eu, e que provavelmente não será, a gente segue a nossa vida normalmente sem mudar nada do que estava previsto originalmente que é esse ciclo de 4 anos na vida pública", completou.

 

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