Política

Bellintani pode deixar prefeitura em 2017: "Minha filha conta os dias"

Um dos principais nomes especulados para assumir o cargo de vice na candidatura à reeleição do prefeito ACM Neto, o secretário municipal de educação, Guilherme Bellintani, tem sido questionado nos últimos dias sobre a continuidade dele na vida pública, em 2017.[Leia mais...]

[Bellintani pode deixar prefeitura em 2017:
Foto : Tácio Moreira / Metropress

Por Camila Tíssia e Gabriel Nascimento no dia 18 de Janeiro de 2016 ⋅ 07:14

Um dos principais nomes especulados para assumir o cargo de vice na candidatura à reeleição do prefeito ACM Neto, o secretário municipal de educação, Guilherme Bellintani, tem sido questionado nos últimos dias sobre a continuidade dele na vida pública, em 2017. Durante a estreia do programa 6 em Ponto, na Rádio Metrópole, na manhã desta segunda-feira (18), o secretário disse que a filha conta os dias para o trabalho dele terminar na prefeitura. "Muitos sabem que cheguei na gestão de modo surpreendente, mas eu me comprometi nos quatro anos. Temos o final da gestão em dezembro e minha tendência é encerrar com um bom trabalho. Minha filha já fez um calendário no quarto dela de quantos dias faltam pra eu deixar a prefeitura, mas em 2017 idependente de onde eu estiver, estarei ajudando Neto, foi um amigo que conquistei. Entrei pela porta do prefeito ACM Neto, e sairei pela porta do prefeito ACM Neto", afirmou.

Na conversa, Bellintani falou também sobre a cobrança de melhorias da população. "Nos pauta muito, vamos descobrindo a demanda de um bairro A, bairro B, com a conversa com o povo. Se engana o gestor que acredita que a solução está na cabeça dele. Ví, por exemplo no Bonfim, quando as pessoas me procuraram para reclamar de algumas coisas, você sente o termômetro real. Acho que esse é o grande desafio, a sociedade interfere desse jeito".

Questionado sobre o cenário de crise econômica e política, no país, o secretário falou que é necessário trabalhar com as ferramentas que o gestor possui. "Tudo isso afeta, tudo é muito intenso. Afeta também a educação. Fizemos uma tendência pra 2016, de um orçamento igual ou superior a 2015. Porque não sou de ficar choramingando, não me verá lá no pé do caboclo". 

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