Política

Após demitir Gavião, Álvaro Gomes terá que "engolir" retorno de desafeto

Sobre o "climão" no PCdoB, gerado pela demissão do coordenador do Sistema de Intermediação de Mão de Obras (Sine), Marcelo da Silva, conhecido como Marcelo Gavião, no final de dezembro, pelo secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Álvaro Gomes (PCdoB), o vereador Everaldo Augusto (PCdoB) disse nesta sexta-feira (19), ao Metro1, que ficou decidida a anulação da exoneração de Marcelo Gavião. [Leia mais...]

[Após demitir Gavião, Álvaro Gomes terá que
Foto : Tácio Moreira / Metropress

Por Stephanie Suerdieck e Matheus Morais no dia 19 de Fevereiro de 2016 ⋅ 18:55

Sobre o "climão" no PCdoB, gerado pela demissão do coordenador do Sistema de Intermediação de Mão de Obras (Sine), Marcelo da Silva, conhecido como Marcelo Gavião, no final de dezembro do ano passado, pelo secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Álvaro Gomes (PCdoB), o vereador Everaldo Augusto (PCdoB) disse nesta sexta-feira (19), ao Metro1, durante a audiência sobre o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), na Câmara Municipal de Salvador, que “não existe racha, em hipótese alguma, dentro do partido”.

O vereador ainda deixou claro que ficou decidida a anulação da exoneração de Marcelo Gavião e que ele deve voltar aos quadros da Setre. “Consideramos que houve nesse episódio incompreensão de parte a parte. Já fizemos um debate transparente e, consensualmente, com a concordância de Álvaro Gomes e Marcelo Gavião, foi levantada a necessidade de Marcelo ser reincorporado à gestão da Setre ou do Sine ou de outra instância, e tocarmos o projeto do governador Rui Costa de transformar o trabalho e as ações da Setre em um vetor de crescimento econômico da Bahia, contribuindo para o sucesso da gestão de Rui”, declarou.

Everaldo Augusto afirmou também que foi criada uma comissão a qual os dois fazem parte, com o objetivo de aparar possíveis arestas. “O próprio Álvaro está com a responsabilidade de falar sobre a questão, de dar suas opiniões e de reproduzir o que a reunião decidiu. Não há racha no PCdoB, não há motivo pra isso. A reunião foi segunda-feira passada”, concluiu.

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