Política

Dilma defende que trocas de ministros não vão afetar combate à corrupção

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (3), durante cerimônia no Palácio do Planalto, que as trocas nos ministérios da Justiça, na Advocacia-Geral da União e na Controladoria-Geral da União não afetarão o combate à corrupção no país. Durante a manhã, a presidente deu posse aos novos ministros da Justiça, Wellington Silva, da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, e da Controladoria-Geral da União, Luiz Navarro. [Leia mais...]

[Dilma defende que trocas de ministros não vão afetar combate à corrupção]
Foto : José Cruz/Agência Brasil

Por Matheus Simoni no dia 03 de Março de 2016 ⋅ 14:40

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (3), durante cerimônia no Palácio do Planalto, que as trocas nos ministérios da Justiça, na Advocacia-Geral da União e na Controladoria-Geral da União não afetarão o combate à corrupção no país. Durante a manhã, a presidente deu posse aos novos ministros da Justiça, Wellington Silva, da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, e da Controladoria-Geral da União, Luiz Navarro.

Segundo a presidente, os papéis das pastas permanecem inalterados. "As mudanças de ministros não afetam o papel que o Ministério da Justiça, a Advocacia-Geral da União e a Controladoria-Geral da União vêm exercendo em meu governo", declarou. "Quero mais uma vez enfatizar que o combate a corrupção continua sendo prioridade no meu governo, nenhum governo realizou um enfrentamento tão duro e eficiente à corrupção como o meu e continuará sendo assim, afinal não estamos investigando a corrupção porque ela começou agora em meu governo", continuou Dilma.

Sobre supostos vazamentos seletivos, a presidente Dilma criticou o que ela chamou de 'execração pública' dos investigados. "Nós continuaremos defendendo que o princípio da presunção de inocência vale para todos, por ser um instrumento fundamental de nossa democracia. Continuaremos defendendo que a presunção de inocência não pode ser substituída pelo pressuposto da culpa nem tampouco dar lugar a execração pública sem acusação formal e a condenação sem processo por meio de vazamentos ilegais e seletivos", concluiu Dilma.

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