Política

Imbassahy cobra impeachment de Dilma e declara: "É um governo que acabou"

O líder do PSDB na Câmara, deputado federal Antonio Imbassahy, comentou durante entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta quinta-feira (17), a situação política do ex-presidente e agora ministro da Casa Civil, Lula, e da presidente Dilma Rousseff (PT), com o vazamento de áudios, além de falar sobre o esquema especial de segurança montado para a posse de Lula, marcada para às 10h. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Gabriel Nascimento e Matheus Morais no dia 17 de Março de 2016 ⋅ 09:39

O líder do PSDB na Câmara, deputado federal Antonio Imbassahy, comentou durante entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta quinta-feira (17), a situação política do ex-presidente e agora ministro da Casa Civil, Lula, e da presidente Dilma Rousseff (PT), com o vazamento de áudios, além de falar sobre o esquema especial de segurança montado para a posse de Lula, marcada para às 10h. "Se houver confronto de rua, a presidente pode convocar as Forças Armadas e as Forças Armadas não agirão politicamente. Só isso mostra o nível de tensão que estamos vivendo no Brasil", afirmou.

Segundo Imbassahy, os áudios divulgados agravam a situação no país. "Um ministro de estado tentou obstruir a Justiça. A própria presidente obstruindo a Justiça. É um governo que acabou. Não dá mais, perdeu a credibilidade. A presidente cometeu um crime de responsabilidade. O Congresso tem condições e obrigação de acelerar o processo de impeachment", disse. O deputado afirmou ainda que sessões extras serão realizadas na Casa. "Vamos trabalhar intensivamente. É preciso ter o desfecho. Estamos trabalhando dentro da constituição para seguir com o processo", ressaltou.

"Nós vamos processar a presidente porque ela não é uma pessoa digna da nação. O processo do impeachment é rápido. Nós vamos oferecer defesa para a presidente, coisa de 10 dias, depois se faz o relatório", disse. Imbassahy finalizou garantindo que até o mês de abril o processo de impeachment será instalado no plenário da Câmara.

 

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