Política

"Pelos brasileiros, estamos juntos outra vez", diz Dilma em posse de Lula

Em cerimônia realizada na manhã desta quinta-feira (17), a presidente Dilma Rousseff (PT) nomeou o ex-presidente Lula como Ministro da Casa Civil. Sob protestos contra e a favor da nomeação, Dilma ressaltou a importância de Lula em seu governo. [Leia mais...]

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Foto : Reprodução/Gazeta do Povo

Por Bárbara Silveira no dia 17 de Março de 2016 ⋅ 11:01

Em cerimônia realizada na manhã desta quinta-feira (17), a presidente Dilma Rousseff (PT) nomeou o ex-presidente Lula como Ministro da Casa Civil. Sob protestos contra e a favor da nomeação, Dilma ressaltou a importância de Lula em seu governo.

"Seja bem vindo querido companheiro ministro Lula. Eu conto com a experiência e a identidade de Lula com esse país. A sua presença prova que você tem a grandeza dos estadistas e a humildade dos verdadeiros líderes. Não há obstáculos para trabalharmos juntos pelo Brasil (...) Pelos brasileiros, estamos juntos outra vez", disse.

Dilma falou ainda sobre os boatos de racha no governo e o seu suposto afastamento do ex-presidente. "A disposição de Lula em participar do governo mostra que eles que há cinco anos que apostavam na nossa separação estavam enganados. Nós sempre estivemos juntos, temos um projeto para o Brasil, um projeto generoso, que olha para a parcela do povo mais sofrido. Nós sempre estivemos perto. Eu tenho orgulho de ter trabalhado como ministra do presidente nos oito anos de governo. Sempre estivemos do mesmo lado. Pelos brasileiros, estamos juntos outra vez. O Brasil enfrenta dificuldades econômicas e políticas, neste momentoe u não quero prescindir de ninguém. Mesmo os opositores, podemos todos agir em conjunto, e deixar para trás a paralisia da crise política. Meu governo terá melhores condições de fazer isso. Juntos nós todos vamos fazer o Brasil crescer. Toda nossa base social e política, nós teremos. Desde de 2014 eles não fizeram outra coisa do que me impedir degovernar ou tirar meu mandato de forma golpista", acrescentou a presidente, que foi acompanhada por um coro de "não vai ter golpe".

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