Política

Dívidas dos estados: Rui promete defender a Bahia em reunião com senadores

Para garantir o acesso a crédito para novos investimentos e o equilíbrio na proposta de renegociação de dívidas feita pelo Governo Federal, o chefe do Executivo baiano e os demais governadores das duas regiões se reúnem com os parlamentares, às 15h no gabinete do presidente do Senado, Renan Calheiros. [Leia mais...]

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Foto : Divulgação/ GOVBA

Por Camila Tíssia no dia 09 de Agosto de 2016 ⋅ 06:23

O governo vem enfrentando dificuldades com o projeto de lei sobre a renegociação de dívidas que tramita no Congresso. Nesta terça-feira (9), o governador Rui Costa vai para mais uma reunião em em Brasília, desta vez com todos senadores do Norte e Nordeste do país. Para garantir o acesso a crédito para novos investimentos e o equilíbrio na proposta de renegociação de dívidas feita pelo Governo Federal, o chefe do Executivo baiano e os demais governadores das duas regiões se reúnem com os parlamentares, às 15h no gabinete do presidente do Senado, Renan Calheiros. 

Rui afirma que vai “continuar sendo intransigente na defesa da Bahia e do Nordeste”. “Não tivemos nenhuma resposta sobre o pedido de ajuste [do projeto que está em tramitação no Congresso]. Diante do da falta de retorno, resolvemos promover o encontro, convocando os mais de 45 senadores do Norte e Nordeste”, acrescentou o governador. 

Ainda segundo o governador, os governadores vão pedir que os parlamentares não votem o projeto até que se chegue a um acordo com o Governo Federal sobre os parâmetros que atendam a todos.
“Os senadores estão em Brasília representando os estados, é isso que diz a Constituição. Não é possível assistir a isso parado". 

A renegociação da dívida com a União, no modelo elaborado pelo Governo Federal, não possui forte impacto positivo frente à queda de arrecadação e as consequentes dificuldades impostas aos estados mais pobres do país. Um dos principais argumentos do governador é que o “dever de casa foi feito”, com o cumprimento de dívidas, pagamento de servidores, enquanto estados com orçamento maior parcelaram e/ou atrasaram salários.

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