Política

“Violência não é problema só do governo”, diz Rui Costa em reunião

Em reunião na tarde desta quarta-feira (8) com o Comitê Executivo do Programa Pacto Pela Vida e a participação de líderes religiosos, o governador do estado, Rui Costa (PT), exaltou a possibilidade de poder debater a violência pelo viés religioso. [Leia mais...]

[Imagem not found]
Foto : Carol Garcia/GOVBA

Por Matheus Morais no dia 08 de Julho de 2015 ⋅ 18:47

Em reunião na tarde desta quarta-feira (8) com o Comitê Executivo do Programa Pacto Pela Vida e a participação de líderes religiosos, o governador do estado, Rui Costa (PT), exaltou a possibilidade de poder debater a violência pelo viés religioso.

Para o governador, “é importante a iniciativa de convidar as religiões para que possamos, juntos, nos envolver e discutir um problema que não é só do governo, ou dos secretários, ou do Ministério Público, ou da justiça, mas é um problema da sociedade”. Rui destacou, ainda, que “todos os líderes da sociedade podem e devem se envolver e ajudar a superar este quadro difícil da cultura da violência em nosso estado e no nosso País. "Queremos replicar isso com outras lideranças da sociedade”.

Rui também falou da importância da educação, um dos principais focos da sua gestão. “Não tenho a intenção de transformar a escola em um instrumento para cooptar as pessoas para as religiões. O importante é discutir a história do catolicismo, das religiões protestantes, os valores e princípios dos espíritas. O que pretendemos proporcionar é conhecimento e reflexão para essa juventude, que deve discutir filosofia e referências de vida”, completou.

Estiveram representadas as igrejas batista, católica, evangélica, presbiteriana, além das religiões de matriz africana, espírita e judaica.

Notícias relacionadas

[Lula deve ser um dos três candidatos mais ricos]
Política

Lula deve ser um dos três candidatos mais ricos

Por Clara Rellstab no dia 15 de Agosto de 2018 ⋅ 12:00 em Política

A cifra é superior ao de Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT), Alvaro Dias (Podemos), Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede) somados