Política

"Traz condições perversas para o país", diz Paulo Azi sobre Dilma

Marcada para o próximo dia 25 de agosto, uma sessão vai julgar a presidente afastada Dilma Rousseff (PT) por crimes de responsabilidade e ela pode perder definitivamente o mandato de presidenta da República. O deputado federal Paulo Azi (DEM) comentou a situação da petista, durante entrevista à Rádio Metrópole, nesta sexta-feira (19). [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira / Metropress

Por Camila Tíssia e Matheus Morais no dia 19 de Agosto de 2016 ⋅ 08:34

Marcada para o próximo dia 25 de agosto, uma sessão vai julgar a presidente da República afastada, Dilma Rousseff (PT), por crimes de responsabilidade e ela pode perder definitivamente o mandato. O deputado federal Paulo Azi (DEM) comentou a situação da petista, durante entrevista à Rádio Metrópole, nesta sexta-feira (19). Segundo o democrata, "nem se fala mais de Dilma em Brasília".

"Ela não tem nenhuma chance de voltar. Isso é favas contadas. Dilma já deveria ter ido no Congresso, se defender, buscar um pouco de credibilidade. Os erros cometidos por Dilma tem trazido condições perversas para o país. Ela está sendo afastada porque mexeu no orçamento, deixou o país submerso nessa crise econômica. Ela é presidente, presidenta foi uma invenção dela que o PT acompanhou", declarou. 

Dilma deve ainda ir ao Senado, nos próximos dias, fazer a própria defesa e enfrentar os questionamentos dos parlamentares. A votação - que exige pelo menos 54 senadores, dois terços para a condenação - será comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.

Questionado sobre a Câmara, Azi disse que é onde os paralmentares tentam resolver os maiores problemas do Brasil. "O deputado federal tem condição de trabalho e produção maior que o deputado estadual. O deputado estadual fica numa base muito estreita. Terças e quintas, segunda e sexta, vai e vem, a família fica em Salvador. Tenho dois anos nisso e é complicado. Eu me dou bem com a bancada da Bahia, com a oposição, temos nossas diferenças, mas as relações pessoais são preservadas. Político permite isso, a gente tenta fazer a crítica construtiva", pontuou. 

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