Política

Joaquim Barbosa se refere a impeachment como "tabajara" e “espetáculo patético”

O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa classificou como “espetáculo patético” a votação no Senado que aprovou o impeachment da agora ex-presidente Dilma Rousseff (PT), por meio de seu Twitter. [Leia mais...]

[Imagem not found]
Foto : Nelson Jr./SCO/STF

Por Laura Lorenzo no dia 31 de Agosto de 2016 ⋅ 19:35

O ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa classificou como “espetáculo patético” a votação no Senado que aprovou o impeachment da agora ex-presidente Dilma Rousseff (PT), por meio de seu Twitter.

Segundo Barbosa, ele não tem acompanhado nada do que ele apelidou de “impeachment tabajara” de Dilma. “Não quis perder meu tempo”, tuitou o ex-ministro na rede social.

Ainda pelo Twitter, ele criticou o presidente Michel Temer: "Mais patética ainda foi a primeira entrevista do novo presidente do Brasil, Michel Temer. O homem parece acreditar piamente que terá o respeito e a estima dos brasileiros pelo fato de agora ser presidente. Engana-se".

Nos posts seguintes, Barbosa continuou sua análise sobre a situação política brasileira em inglês: "É tão vergonhoso. De repente as forças conservadoras levaram o Brasil. Tomaram tudo!". Ele disse ainda que o Congresso está dominado por essas forças que rodeiam o novo presidente que ele chama de "velho caudilho latino-americano". "Eles estão conduzindo a mídia, incluindo as televisões", completa o ex-ministro.  Em outro tuíte ele afirma, indignado:  "Mas sabem de uma coisa? Eles não têm votos. Apenas esperem alguns anos".

Em seu último post, ele escreve em francês outra crítica á Temer: "Ele pensa que 'um golpe jurídico de varinha mágica' vai lhe dar legitimidade. Coitado!".

Notícias relacionadas

[Bolsonaro será diplomado nesta segunda]
Política

Bolsonaro será diplomado nesta segunda

Por Alexandre Galvão no dia 09 de Dezembro de 2018 ⋅ 17:00 em Política

Os diplomas são assinados pela presidente do TSE, ministra Rosa Weber, que abre a sessão solene e indica dois ministros para conduzirem os eleitos ao plenário