Política

Manter direitos políticos de Dilma foi “mea culpa” de senadores, diz Wagner

O julgamento do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) foi dividido em duas partes. Em uma, os senadores decidiram se ela seria afastada do poder e no outro, se perderia os direitos políticos por até 8 anos [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Bárbara Silveira e Matheus Morais no dia 02 de Setembro de 2016 ⋅ 08:34

O julgamento do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) foi dividido em duas partes. Em uma, os senadores decidiram se ela seria afastada do poder e no outro, se perderia os direitos políticos por até 8 anos. A medida foi duramente criticada por diversas personalidades políticas do país e, para o ex-ministro Jaques Wagner, essa foi uma manobra que comprova o processo de “mea culpa” dos senadores.

“As pessoas estão confundindo, ela [Dilma] não pode se candidatar porque ela passa a se enquadrar na lei da ficha suja. Eu não teria dividido em duas partes, sinceramente, o impeachment. A presidente Dilma não vai poder se candidatar, porque ela foi condenada por um processo coletivo. Os senadores fizeram isso como espécie de uma mea culpa”, avaliou em entrevista à Rádio Metrópole nessa sexta-feira (2).

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