Política

Habilitação de Dilma "abre precedente gravíssimo para Cunha", afirma Imbassahy

A manutenção da habilitação para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) exercer funções públicas — apesar do impeachment — continua gerando polêmica em Brasília. Durante entrevista a José Eduardo, na Rádio Metrópole, na manhã desta sexta-feira (2), o líder do PSDB Antônio Imbassahy, classificou a decisão como "contraditória", além de afirmar que ela pode beneficiar parlamentares, como o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Gabriel Nascimento no dia 02 de Setembro de 2016 ⋅ 09:42

A manutenção da habilitação para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) exercer funções públicas — apesar do impeachment — continua gerando polêmica em Brasília. Durante entrevista a José Eduardo, na Rádio Metrópole, na manhã desta sexta-feira (2), o líder do PSDB Antônio Imbassahy, classificou a decisão como "contraditória", além de afirmar que ela pode beneficiar parlamentares, como o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). "Sem dúvida nenhuma abre um precedente gravíssimo. Não só pra Cunha, mas para outro que estão na mesma situação. Eles podem recorrer mais adiante. Isso tem que ser esclarecido e não pode permanecer. É um retrocesso", afirmou.

De acordo com o deputado, o Supremo Tribunal Federal (STF) "vai fazer com que a Constituição seja absolutamente respeitada". "[A decisão] é inconstitucional. Na medida em que o parlamentar, o governante é cassado, automáticamente tem seus direitos para se eleger cassados também. É automático. O que o Senado fez foi uma decisão errada, equivocada. Isso vai ser reparado. Não tenho dúvida", finalizou.

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