Política

Na opinião de Imbassahy, situação de Cunha é irreversível

A votação no Plenário da Câmara que pode cassar o mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) deve acontecer no começo da semana que vem, dez meses após a abertura do processo, e o líder do PSDB na câmara, Antônio Imbassahy garantiu, em resposta a informações que dizem que aliados de Cunha tentarão esvaziar a sessão, que os tucanos marcarão presença e se posicionarão contra Cunha. “A situação dele é muito difícil” afirmou Imbassahy nesta segunda-feira (5). [Leia mais...]

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Foto : Divulgação / PSDB

Por Laura Lorenzo no dia 05 de Setembro de 2016 ⋅ 17:59

A votação no Plenário da Câmara que pode cassar o mandato de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) deve acontecer no começo da semana que vem, dez meses após a abertura do processo, e o líder do PSDB na câmara, Antônio Imbassahy garantiu, em resposta a informações que dizem que aliados de Cunha tentarão esvaziar a sessão, que os tucanos marcarão presença e se posicionarão contra Cunha. “A situação dele é muito difícil” afirmou Imbassahy nesta segunda-feira (5).

Além da tentativa de reduzir o quórum, o que favoreceria sua situação, Cunha recorreu também ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar suspender o processo soba a alegação de que houve irregularidades na Comissão de Constituição e Justiça. Segundo Imbassahy, no entando, o quadro do peemedebista é irreversível. “A realidade vai se impor. É muito forte tudo o que aconteceu”, afirmou o tucano. Cunha é acusado de ter omitido recursos no exterior e mentido à CPI da Petrobras sobre o assunto e é réu em duas ações penais lig adas à Operação Lava Jato e ainda é investigado em outros cinco inquéritos no Supremo.

Em entrevista à Rádio Metrópole, o líder do PSDB já havia manifestado sua opinião sobre o processo de cassação tanto de Cunha quando da ex-presidente Dilma. omos 513 deputados, talvez um quorum de 420 já possa votar a cassação sem que a quantidade de deputados possa influenciar na decisão. Porque se o quorum for baixo pode influenciar na não cassação. Sendo alto, fica mais seguro que a votação vai expressar a vontade da maioria esmagadora dos deputados federais", disse ele à rádio. 

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