Política

Deputado critica proibição da vaquejada: "Quase um milhão de desempregados"

O deputado estadual Adolfo Viana (PSDB) criticou a proibição da prática da vaquejada no país, imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF). [Leia mais...]

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Foto : Divulgação/ Assembleia Legislativa da Bahia

Por Matheus Morais no dia 13 de Outubro de 2016 ⋅ 11:52

O deputado estadual Adolfo Viana (PSDB) criticou a proibição da prática da vaquejada no país, imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Contatado pelo Metro1, na manhã desta quinta-feira (13), Viana afirmou que há um aparato de proteção aos animais nas vaquejadas realizadas no Brasil. Segundo ele, a vaquejada gera direta e indiretamente quase um milhão de empregos. 

"80% dos nordestinos serão afetados com essa proibição. Sinceramente, eu acho que não existe maus tratos com os animais. Quem frequenta vaquejada vê que os vaqueiros têm amor pelos animais. Esse momento tem que servir para fortalecer a vaquejada, é hora do Congresso perceber que tem que ser criada uma norma. O que são maus-tratos aos animais? Eu estou esperançoso que o Supremo reveja essa posição. Espero que os deputados se manifestem a favor da vaquejada", analisou. 

Viana defende que a vaquejada seja transformada em esporte. "Uma vez que essa posição seja revista, é hora de transformar a vaquejada em esporte. Ele vai trazer patrocínio, profissionalizar essa cultura nordestina. Se a gente observar que o país tem 12 milhões de desempregados, vamos afetar muita gente no Nordeste: tratador de cavalos, patrocinador, dono de parque, inseminador, bandas que tocam nas festas da vaquejada. Ao todo, quase um milhão de desempregados", completou. 

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