Política

Em reunião na Índia, Temer diz que "Brasil começa a entrar nos trilhos"

Durante discurso em Goa, na Índia, Michel Temer (PMDB) afirmou, neste domingo (16), que "o Brasil começa a entrar nos trilhos". O presidente destacou que as previsões para a economia brasileira melhoraram, para 2017, e que o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima o fim da recessão e a volta do crescimento econômico no país. [Leia mais...]

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Foto : Reprodução/Agência Brasil

Por Camila Tíssia no dia 16 de Outubro de 2016 ⋅ 12:54

Durante discurso em Goa, na Índia, Michel Temer (PMDB) afirmou, neste domingo (16), que "o Brasil começa a entrar nos trilhos". O presidente destacou que as previsões para a economia brasileira melhoraram, para 2017, e que o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima o fim da recessão e a volta do crescimento econômico no país. Neste final de semana, o peemedebista participa da VIII Cúpula do BRICS, bloco formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, que acontece na cidade indiana.

"Já é possível verificar positiva reversão de expectativas, com decidida elevação nos níveis de confiança dos agentes econômicos", disse Temer. De acordo com a Agência Brasil, o presidente começou o discurso falando que o mundo ainda se recupera da crise financeira global. 

"Já diante do primeiro impacto da crise, o Brics afirmou-se como esteio da reforma da governança financeira internacional. Consolidaram-se como fonte de dinamismo e como atores essenciais para a retomada da atividade econômica", declarou. 

Entre outros assuntos, o peemedebista citou também a responsabilidade fiscal como um dever maior e tarefa urgente do governo para conter a crise: "É dever maior porque, sem ela, põem-se em risco os avanços sociais do Brasil. É tarefa urgente porque o desarranjo das contas públicas é a causa-mor da crise que enfrentamos".

Para Temer, a superação da crise econômica brasileira está desenhada e passa pela aprovação da PEC 241, que limita os gastos públicos."Será a combinação da responsabilidade fiscal com a responsabilidade social. Promoveremos sim, o ajuste das contas públicas. Estamos estabelecendo um teto de gastos, que será inscrito na própria Constituição".

Como um dos principais desafios da atualidade, o presidente falou do combate ao terrorismo. "Nenhuma pessoa ou lugar está imune a esse flagelo. Só venceremos esse mal por meio da cooperação".

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