Política

Para Viana, situação do Nordeste sem vaquejadas será de "caos" e "desespero"

No debate realizado nesta quinta-feira (20), durante o Jornal da Cidade 2ª Edição, da Rádio Metrópole, o deputado estadual Adolfo Viana levantou a bandeira de defensor da prática da Vaquejada pela geração de empregos que a atividade proporciona. [Leia mais...]

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Foto :Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Por Luiza Leão no dia 20 de Outubro de 2016 ⋅ 18:20

No debate realizado nesta quinta-feira (20), durante o Jornal da Cidade 2ª Edição, da Rádio Metrópole, o deputado estadual Adolfo Viana levantou a bandeira de defensor da prática da Vaquejada pela geração de empregos que a prática proporciona. 

"Temos uma média de 700 mil empregos gerados pela vaquejada. Empregos diretos e indiretos. Nós vivemos em um país que tem mais de 12 milhões de desempregados e sabemos que a região nordeste é ainda menos favorecida que as demais regiões do país", defendeu. 

Segundo Adolfo, com a proibição do esporte, o Nordeste seria a região que mais sofreria, tendo 90% dos empregados com a vaquejada, desocupados. A situação foi avaliada por ele como de "desespero" e por isso, questionou o também deputado estadual, Marcell Moraes, participante do debate. "Deputado, você não fica preocupado com esse caos que vai ser instalado?", criticou.

Adolfo Viana esclareceu que a prática já foi modernizada e, diferentemente do que o deputado Marcell Moraes acusa, atualmente não provoca maus tratos aos bois.

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