Política

Rui rebate Neto sobre "rancor" e “falta de simpatia”: “Não é meu estilo”

Que o namoro entre o governador Rui Costa (PT) e o prefeito ACM Neto (DEM) já acabou faz tempo, ninguém tinha dúvida. Dessa vez, o petista rebateu as afirmações do democrata sobre a sua “falta de simpatia”. Na última terça-feira (1), Neto disse que Rui dá "declarações rancorosas" e, por isso, não vai "implorar simpatia" do petista [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Bárbara Silveira e Matheus Morais no dia 03 de Novembro de 2016 ⋅ 12:17

Que o namoro entre o governador Rui Costa (PT) e o prefeito ACM Neto (DEM) já acabou faz tempo, ninguém tinha dúvida. Dessa vez, o petista rebateu as afirmações do democrata sobre a sua “falta de simpatia”. Na última terça-feira (1), Neto disse que Rui dá "declarações rancorosas" e, por isso, não vai "implorar simpatia" do petista. 

“Eu não gosto disso, não é meu estilo. Me relaciono como todos os prefeitos e prefeitas. Inclusive almocei, na semana passada, com o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo. Quando você é eleito prefeito, governador, você não tem que ficar olhando simpatias pessoas ou não, tem que olhar o que o povo daquela cidade está precisando e é assim que eu faço quando um prefeito me procura. Não é perguntar qual é a filiação partidária nem se eu acho ele simpático ou não”, disse Rui nessa quinta-feira (3) ao Metro1

Dando o exemplo da filha mais nova, de um ano e quatro meses, Rui Costa disse que apreço reserva a sua família. “O que curto como coisa pessoal é a minha família. Na vida política a gente tem que ser profissional e pensar nas pessoas. Eu fui eleito pelo povo da Bahia e não deixarei, em nenhuma hipótese, vaidades pessoais ou preferências subirem ao pódio na minha gestão. Eu continuarei com pé no chão, humildade e respeito ao eleitor”, completou.

Mas apesar de apaziguar a situação, Rui não deixou de alfinetar o prefeito: “A minha expectativa é que cada um possa fazer sua parte. Porque quando um prefeito, por exemplo, não constrói uma maternidade, isso impacta nos hospitais estaduais. Quando um prefeito não constrói creches, não oferta o ensino fundamental, o estado tem que suprir essa carência e isso aumenta o esforço do estado”, afirmou. 

 

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