Política

Geddel diz que posição de Cunha "ganha ares majoritários" no PMDB

O presidente do PMDB na Bahia, Geddel Vieira Lima, comentou, em entrevista à Rádio Metrópole, no início da tarde desta segunda-feira (20), o afastamento oficial do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) do governo da presidente Dilma Rousseff (PT), anunciado na última sexta (17). [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/ Metropress

Por Juliana Almirante no dia 20 de Julho de 2015 ⋅ 12:24

O presidente do PMDB na Bahia, Geddel Vieira Lima, comentou, em entrevista à Rádio Metrópole, no início da tarde desta segunda-feira (20), o afastamento oficial do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) do governo da presidente Dilma Rousseff (PT), anunciado na última sexta (17).

 “Não tem muito segredo nessa história. Essa coisa de afastamento começou de maneira embrionária com a minha voz. Acho que essa posição vem ganhando ares majoritários no partido. O governo é ruim e o PMDB não participa do processo decisório. O governo não cumpre acordos e a presidente não é uma pessoa talhada para uma função primordial. Ela não tem a capacidade de criar consensos, o que é muito ruim. A posição de Eduardo só fortalece a posições de pessoas como eu que defendiam o afastamento”, defendeu Geddel. 

Apesar de falar em uma “podridão” que atinge o governo com as investigações da Operação Lava Jato, Geddel adota um tom mais ameno ao defender que as acusações contra Cunha sejam apuradas. “Se forem comprovadas as denúncias que se colocam contra ele, ele vai pagar a conta”, disse. 

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