
Política
Rui Costa nega irregularidades em campanha e diz dever R$ 8 milhões
O governador Rui costa negou, por inúmeras vezes, que tenha recebido propina oriunda da construtora Odebrecht, conforme delatou o ex-diretor do grupo, Cláudio Melo Filho. Segundo o petista, ele talvez seja o único governador da Bahia a terminar a campanha com uma dívida de R$ 13 milhões, cultivada por não aceitar verbas irregulares [Leia mais...]

Foto: Tácio Moreira/Metropress
O governador Rui costa negou, por inúmeras vezes, que tenha recebido propina oriunda da construtora Odebrecht, conforme delatou o ex-diretor do grupo, Cláudio Melo Filho. Segundo o petista, ele talvez seja o único governador da Bahia a terminar a campanha com uma dívida de R$ 13 milhões, cultivada por não aceitar verbas irregulares.
“Eu sai com R$ 13 milhões em dívidas e eu ainda tenho R$ 8 milhões. Você acha que um governador com 2 anos de mandato que tivesse disposto a dar um jeitinho já não teria quitado essa dívida? Então eu não dou jeitinho. Ou o dinheiro vai entrar de forma legal conforme a lei, ou não vou aceitar. A mesma coisa eu disse durante a campanha, deixei claro que, recebi uma pressão muito grande dos coordenadores de campanha que íamos terminar com uma dívida muito grande se tudo seguisse conforme a lei, mas eu disse: ‘Dane-se’. Talvez eu seja o único governador da Bahia da história que terminou [a campanha] com uma dívida desse tamanho, porque não aceitei que viesse dinheiro de outra forma”, disse.
De acordo com Rui, ele encontrou Cláudio Melo poucas vezes, como faz com inúmeros empresários que o procuram para discutir questões do estado. “Eu não tenho esse nível de intimidade com a pessoa que fez a delação, devo ter encontrado com ele poucas vezes. Ele próprio fala que não acompanhou 2014. Virou brincadeira agora na imprensa nessas delações. O cara fala: ‘Eu não sei, não vi, não acompanhei, mas acho que’. Como você coloca o nome e a imagem das pessoas no ‘Acho que’?’, concluiu.
📲 Clique aqui para fazer parte do novo canal da Metropole no WhatsApp.

