Política

Mário Kertész considera que prisão de José Dirceu é "emblemática"

O apresentador da Rádio Metrópole Mário Kertész comentou nesta segunda-feira (3) a prisão do ex-ministro da Casa Civil e ex-presidente do PT, José Dirceu, em mais um desdobramento da Operação Lava Jato. De acordo com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, Dirceu participou de um esquema de corrupção da Petrobras quando ainda estava na chefia da Casa Civil, durante o governo do ex-presidente Lula. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Matheus Simoni no dia 03 de Agosto de 2015 ⋅ 19:31

O apresentador da Rádio Metrópole Mário Kertész comentou nesta segunda-feira (3) a prisão do ex-ministro da Casa Civil e ex-presidente do PT, José Dirceu, em mais um desdobramento da Operação Lava Jato. De acordo com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, Dirceu participou de um esquema de corrupção da Petrobras quando ainda estava na chefia da Casa Civil, durante o governo do ex-presidente Lula.

As investigações apontaram que o ex-ministro foi "instituidor e beneficiário do esquema da Petrobras", e que o fato ocorreu durante e após o julgamento do mensalão. Para Mário Kertész, a prisão do petista é "emblemática". "Eu acho que é uma coisa muito emblemática e não somente uma prisão a mais nessa história da Lava Jato. Agora, o cerco se fecha cada vez mais em cima do PT, querendo se aproximar do ex-presidente Lula e da presidente Dilma, que aparenta estar muito perdida nesta história toda. Ela começa a pensar em diminuir os ministérios para provar que está se preocupando com o enxugamento da máquina, já que o país todo está se enxugando", disse MK.

O apresentador também falou sobre a crise e a desvalorização da moeda brasileira. "Pessoas estão sendo demitidas, a dívida econômica está diminuindo e o dólar teve nova alta, fechando cotado a R$ 3,45, maior valor desde 2003. Naquela época, subiu tanto por que foi logo quando o presidente Lula assumiu no primeiro mandato. E houve todo aquele pavor de que ele iria socializar a economia e etc e tal. Nada disso se comprovou, pelo contrário. O real voltou a ter valor naquela época", completou.

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