Política

Juiz nega pedido do MPF para prisão de jornalista do site Brasil 247

Juiz nega pedido do MPF para prisão de jornalista do site Brasil 247O juiz federal Sérgio Moro, responsável por comandar os julgamentos da Operação Lava Jato, negou o pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) para a prisão temporária do jornalista Leonardo Attuch, responsável pelo portal Brasil 247. De acordo com a delação premiada do lobista Milton Pascowitch, envolvido na operação que investiga desvios na Petrobras, ele pode ter recebido propinas no valor de R$ 120 mil do ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari Neto. Segundo o jornal Estado de São Paulo, o magistrado concordou que houve pagamento de propina à Editora 247, presidida pelo jornalista. Entretanto, Moro acredita que ainda é preciso "um aprofundamento maior das investigações" para que o Attuch possa ser considerado culpado. "Relativamente às medidas requeridas pelo MPF em relação à Editora 247 e a Leonardo Attuch, apesar das provas, em cognição sumária, de pagamento a eles de valores decorrentes de acertos de propina no esquema criminoso da Petrobras, entendo que é necessário que a apuração seja previamente aprofundada", afirmou Moro.

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Foto : Reprodução/Agência Brasil/YouTube

Por Matheus Simoni no dia 04 de Agosto de 2015 ⋅ 17:03

Juiz nega pedido do MPF para prisão de jornalista do site Brasil 247

O juiz federal Sérgio Moro, responsável por comandar os julgamentos da Operação Lava Jato, negou o pedido feito pelo Ministério Público Federal (MPF) para a prisão temporária do jornalista Leonardo Attuch, responsável pelo portal Brasil 247. De acordo com a delação premiada do lobista Milton Pascowitch, envolvido na operação que investiga desvios na Petrobras, ele pode ter recebido propinas no valor de R$ 120 mil do ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari Neto.

Segundo o jornal Estado de São Paulo, o magistrado concordou que houve pagamento de propina à Editora 247, presidida pelo jornalista. Entretanto, Moro acredita que ainda é preciso "um aprofundamento maior das investigações" para que o Attuch possa ser considerado culpado.

"Relativamente às medidas requeridas pelo MPF em relação à Editora 247 e a Leonardo Attuch, apesar das provas, em cognição sumária, de pagamento a eles de valores decorrentes de acertos de propina no esquema criminoso da Petrobras, entendo que é necessário que a apuração seja previamente aprofundada", afirmou Moro. 

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