Política

"Opção equivocada", diz vereador sobre obras da prefeitura na Barra

O vereador Gilmar Santiago (PT), durante a assinatura de ordem de serviço que autoriza o início imediato das obras de contenção de encostas em Marechal Rondon, na manhã desta segunda-feira (10), falou sobre a importância [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Gabriel Nascimento no dia 10 de Agosto de 2015 ⋅ 10:10

O vereador Gilmar Santiago (PT), durante a assinatura de ordem de serviço que autoriza o início imediato das obras de contenção de encostas em Marechal Rondon, na manhã desta segunda-feira (10), falou sobre a importância da ação do governo do estado em obras e criticou a ausência da Prefeitura nestas áreas da cidade. “É bastante perceptível a ausência do Poder Público Municipal, nós estávamos há pouco ali na esquina, esperando o governador, e você vê o lixo, até agora não foi recolhido, e eu até brinquei, disse: óh, esse lixo só vai ser removido depois de 12h, é assim na perferia”, afirmou.

“Eu acho que essa ação do governo do estado é fundamental, para que possa dotar a cidade de uma estrutura mínima, que é atenuar o sofrimento da população que vive nas encostas. Mas, realmente, o que nos vemos nesses lugares é de que a opção que a prefeitura tem de fazer investimentos na Barra e no Rio Vermelho, é uma opção equivocada, por que é aqui que mora a maioria das pessoas”, ressaltou o vereador.

Questionado sobre a possível votação na Câmara do PDDU e Louos, neste ano, Santiago afirmou que a prefeitura deveria realizar um processo mais lento. “Um plano diretor e uma nova Louos, depois do que aconteceu a anulação por parte da justiça, por conta de projetos equivocados no passado, deveria ser um processo mais lento, mais gradual, com mais discussão, com atualização de dados que formam a base do PDDU”, disse.

“Eu acho que se o prefeito tiver juízo ele vai fazer um processo mais demorado, agora se não, vai mandar pra Câmara, como tá dizendo que vai mandar até o final desse mês, e vai querer a queima roupa votar até o final do ano, mas aí vai ser um plano diretor que não vai responder as necessidades da cidade”, completou o secretário.

 

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