Política

Prates defende outorga e critica oposição por "discurso raivoso"

Vereador do DEM, Léo Prates, defende projeto da Outorga Onerosa que está em votação na Câmara de Salvador nesta quarta-feira (27). [Leia mais...]

[Imagem not found]
Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Matheus Morais no dia 27 de Maio de 2015 ⋅ 18:17

O vereador Léo Prates (DEM), em entrevista ao Metro1, informou que defende o projeto da Outorga Onerosa que está em votação na tarde desta quarta-feira (27), na Câmara de Salvador. "Não tem nenhum tipo de inconstitucionalidade, o projeto é tranquilo. O estatuto da cidade  estabelece e o cálculo da Outorga será definido por lei específica"

A Outorga Onerosa do Direito de Construir, também é conhecida como “solo criado”, é referente à concessão emitida pelo Município para que o proprietário de um imóvel edifique acima do limite estabelecido pelo coeficiente de aproveitamento básico, mediante contrapartida financeira a ser prestada pelo beneficiário.

Léo Prates disse que o projeto da Outorga, que é de autoria de Edvaldo Brito (PTB), foi estudado e revisado. Para o vereador a aprovação da proposta trará benefícios para Salvador. "Nós tratamos sobre o cálculo e estamos corrigindo uma inconstitucionalidade do Fundo de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Fundurbs) que foi criado dentro do PDDU. E isso não pode. O Fundurbs precisa de lei específica. E quem está sendo contrário ao projeto faz parte de uma oposição raivosa", concluiu.

*Com redação de Bárbara Gomes

Notícias relacionadas

[Dodge pede mais 60 dias para investigação sobre Aécio]
Política

Dodge pede mais 60 dias para investigação sobre Aécio

Por Marina Hortélio no dia 16 de Novembro de 2018 ⋅ 16:00 em Política

Inquérito que investiga o senador por suposto recebimento de valores indevidos pela Construtora Norberto Odebrecht para a campanha eleitoral de 2014

[Moro pede exoneração do cargo de juiz ]
Política

Moro pede exoneração do cargo de juiz 

Por Alexandre Galvão no dia 16 de Novembro de 2018 ⋅ 13:33 em Política

No documento, o futuro ministro da Justiça alegou que é notório o convite e aceite para a assumir a pasta em 2019