Política

"O governo da presidente Dilma acabou", critica Lúcio Vieira Lima

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) engrossou o coro pedindo a saída da presidente Dilma Rousseff (PT). Durante a manifestação realizada neste domingo (16), no Farol da Barra, o peemedebista afirmou, em entrevista ao Metro1, acreditar que a petista se encontra isolada no poder. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Matheus Simoni no dia 16 de Agosto de 2015 ⋅ 13:20

O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) engrossou o coro pedindo a saída da presidente Dilma Rousseff (PT). Durante a manifestação realizada neste domingo (16), no Farol da Barra, o peemedebista afirmou, em entrevista ao Metro1, acreditar que a petista se encontra isolada no poder.

"A Dilma, até a semana passada, me parecia que ela andava sozinha no palácio com a faixa presidencial olhando para o espelho e esperando o dia amanhecer para dar seu passeio de bicicleta. Hoje ela não cuida da economia e não é uma articuladora política. A única coisa que ela faz hoje é vetar, principalmente aquilo que for em favor da população. Ela faz isso sabendo da dificuldade que é derrubar o veto no Congresso Nacional. Ela está completamente isolada e tentando criar factóides", disse ele.

O parlamentar afirmou que as mudanças adotadas pelo governo não constituem uma mudança no cotidiano popular. "Não adianta o presidente do Senado dar apoio e ela criar quatro ou cinco jantares por semana. No outro dia, ao abrir o jornal, a gente vê que a taxa de desemprego aumentou, a taxa de inflação subiu, mais industrias estão fechando e parques industriais se sucateando. O cidadão não é beneficiado por esses factóides que ela vive a criar em Brasília. O governo da presidente Dilma acabou, literalmente. Agora nós temos que ver a saída para isso. O Brasil não aguenta ficar sangrando por três anos. O Brasil não é a Venezuela e nem a Bolívia, é a sétima economia no mundo. Ela permanecendo no cargo, não vão ser quatro anos de atraso, vão ser dez, porque vão ter seis ou sete para recuperar os estragos na economia", declarou ele.

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