Política

“O povão não está mais com Dilma”, diz MK sobre manifestações

Mário Kertész comentou na manhã desta segunda-feira (17) as manifestações que aconteceram em todo o Brasil contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), a corrupção e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/ Metropress

Por Matheus Morais no dia 17 de Agosto de 2015 ⋅ 07:31

Mário Kertész comentou na manhã desta segunda-feira (17) as manifestações que aconteceram em todo o Brasil contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), a corrupção e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Foram extremamente importantes, ninguém pode não dar valor nem dasvalorizar o recado que foi dado pela população. Por que tão poucas pessoas compareceram em Salvador? Para se ter uma ideia, as manifestações em Salvador foram três vezes menor que em Vitória, do Espírito Santo, menor que em Fortaleza e em Recife. Por que se realiza exclusivamente no Farol da Barra, o Largo do Tanque pegaria as manifestações, os bairros mais populosos de Salvador. Desde que o Carnaval se mudou para a Barra, os grandes movimentos só se fazem no circuito Barra-Ondina. Não tem povão”, analisou.

“O povão não está mais com a presidente Dilma Rousseff, mas também não está mais com vontade de se manisfestar ao lado dos eleitores de Aécio Neves. Mas, eu volto a dizer que as pesquisas mostram que pela baixa popularidade da presidente, ni9nguém está satisfeito com o governo dela, por causa de promessas feitas e não cumpridas. O que a gente vê é isso. As classes mais altas estão se manifestando, dando seu recado, quase ninguém está satisfeito com a presidente Dilma Rousseff, com Lula e com a corrupção. Além disso, há o apoio ao juiz Sérgio Moro. Os políticos, em sua maioria, foram queimados e execrados”, destacou.

Segundo MK, se houvesse uma eleição hoje, o tucano Aécio Neves sairia com vantagem em relação aos outros candidatos. “Até pelo recall das últimas eleições, mas eu não tenho a menor palpite, se ela cai, se vai acontecer o impeachment, eu realmente não sei. Essa é uma construção que todos nós participamos, ela chegou à presidência, Dilma foi eleita com nosso voto. E uma situação preocupante, mas nos permite achar que podemos construir algo melhor”, afirmou.

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