Política

\"Sem Judiciário forte, não teremos uma democracia\", diz Cármen Lúcia

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, defendeu a atuação dos juízes e desembargadores brasileiros ao abrir a sessão desta terça-feira (29) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), também presidido por ela. O pronunciamento ocorre após a divulgação dos altos valores pagos a juízes de Mato Grosso. [Leia mais...]

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Foto : Rosinei Coutinho/SCO/STF

Por Matheus Simoni no dia 29 de Agosto de 2017 ⋅ 12:34

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, defendeu a atuação dos juízes e desembargadores brasileiros ao abrir a sessão desta terça-feira (29) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), também presidido por ela. O pronunciamento ocorre após a divulgação dos altos valores pagos a juízes de Mato Grosso, que levou o CNJ a publicar uma portaria que obriga tribunais de Justiça a enviar ao órgão, em um prazo de dez dias, dados sobre pagamentos a juízes. As informações ficarão disponíveis no site do CNJ e poderão ser usadas em procedimentos internos de investigação.

\"Sem o Poder Judiciário forte, o Poder Judiciário livre e o Poder Judiciário imparcial, no sentido de não ter partes, não adotar atitudes parciais, não teremos uma democracia, que é o que Brasil tem na Constituição e espera de uma forma muito especial dos juízes brasileiros para a garantia dos direitos e liberdades dos cidadãos\", disse Cármen durante a sessão. \"Muito obrigada a todos os juízes brasileiros, que como eu já disse mais de uma vez, contarão sempre comigo, ainda que em um ou outro ponto haja discordância quanto à forma de procedimentos\", finalizou a presidente.

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