Política

Fetrab protesta contra aumentar alíquota para aposentadoria: ‘A correria às vezes não deixa pensar’

Outra agremiação sindical que se movimenta contra a mudança é o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado da Bahia (

[Fetrab protesta contra aumentar alíquota para aposentadoria: ‘A correria às vezes não deixa pensar’]
Foto : Carol Garcia/GOVBA

Por Alexandre Galvão no dia 26 de Novembro de 2018 ⋅ 12:40

Coordenadora-geral da Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia (Fetrab), Marinalva Nunes quer que o governador Rui Costa (PT) pense melhor sobre o aumento de alíquota de desconto da aposentadoria dos servidores públicos. Semana passada, Rui anunciou que o número subir de 12% para 14%. 

“Não tem previsão na LOA de reajuste. Para quem está sem reajuste desde 2016, é um problema. Milhares de companheiros vão se sacrificar ainda mais por conta do recolhimento de 2% a mais. Rui tá muito na correria, a correria não deixa a gente pensar. Tem que escutar mais”, ironizou.

Ainda de acordo com a dirigente, o sindicato vai se reunir essa semana para definir se fará manifestações. 

Outra agremiação sindical que se movimenta contra a mudança é o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado da Bahia (Sindsaúde-Ba). Em nota enviada ao Metro1, o grupo diz que não vai "suportar o aumento,  pois ao longo dos quatro anos os servidores acumularam perdas significativas que já chegam a 25% dos seus vencimentos. A mesma reafirma a necessidade de buscar outras alternativas que possam reduzir o déficit e que o aumento da alíquota deveria ser uma das últimas alternativas a ser implementada". 

"Além disso, o funcionalismo público estadual se aproxima de mais uma data base, no dia 1º de janeiro de 2019, sem qualquer expectativa de sinalização do governo de abertura de diálogo com as entidades representativas dos trabalhadores para discussão dos pleitos das categorias. Os trabalhadores da saúde são os que mais têm sido prejudicados nos últimos anos, sempre perdendo direitos de forma contínua, como o corte da insalubridade. Muitos servidores do grupo administrativo e do grupo saúde estão com salário base abaixo do mínimo de R$ 788,00, o que reduziu drasticamente o poder de compra das famílias, que convivem diariamente com custos elevados causados pela inflação", afirma.

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