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"Sem catador e ambulante não tem carnaval", afirma Secretário de Justiça e Direitos Humanos
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"Sem catador e ambulante não tem carnaval", afirma Secretário de Justiça e Direitos Humanos
Felipe Freitas defende valorização dos trabalhadores nas festas populares

Foto: Fernanda Vilas/Metropress
O secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia, Felipe Freitas, afirmou nesta sexta-feira (20), em entrevista ao Metropole Mais, da Rádio Metrópole, que a atuação de catadores e ambulantes é essencial para a realização do Carnaval. “Sem catador, sem ambulante, é a mesma coisa de fazer uma festa sem artista, não tem como”, declarou.
Durante a entrevista, Freitas destacou a importância do descarte correto de garrafas de bebidas como estratégia para combater a adulteração de bebidas. “Geralmente, a adulteração usa a garrafa original descartada. Sem a garrafa, é mais difícil falsificar”, explicou. Para o secretário, garantir que o material seja destinado às cooperativas fortalece um “ciclo virtuoso”, que combate o crime, protege o meio ambiente e gera renda. “Ao invés de fazer um ciclo negativo daquela garrafa, a gente faz exatamente o contrário”, afirmou.
O secretário também cobrou maior participação das grandes empresas que lucram com a festa. “As empresas de cervejaria só conseguem vender porque os ambulantes estão vendendo para elas. É justo que elas colaborem mais”, disse. Entre as medidas sugeridas estão o fornecimento de gelo, apoio com alimentação e estrutura básica para os trabalhadores. “Vamos exigir cada vez mais que as grandes empresas que têm grandes lucros também colaborem para um ciclo de proteção da vida das pessoas”, concluiu.
Confira a entrevista completa:
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