Saúde

Secretário reclama de "burocratização" de ações contra a dengue no Brasil

O secretário de Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas falou nesta terça-feira (29), em entrevista à Rádio Metrópole, sobre a existência do mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, zika vírus e chikungunya. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira / Metropress

Por Paloma Andrade e Matheus Morais no dia 29 de Dezembro de 2015 ⋅ 08:21

O secretário de Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas falou nesta terça-feira (29), em entrevista à Rádio Metrópole, sobre a existência do mosquito Aedes Aegypti, causador da dengue, zika vírus e chikungunya. De acordo com o secretário, a reintrodução do mosquito na sociedade foi agravada na década de 90.

“A reintrodução do mosquito foi agravada no governo Collor com a extinção da Sucam [Superintendência de Campanhas de Saúde Pública]. Há quem seja a favor e contra, quando se fez isso se partia do pressuposto que a vigilância sanitária era dos municípios, mas eles não tiveram recursos para fazer isso. As curvas de aparecimento de mosquito desde aquela época são vertiginosas. Surgiu a dengue na década de 90, e nós nos acostumamos com a dengue, nós burocratizamos a doença”, afirmou o secretário.

Vilas-Boas disse, ainda, que em janeiro, mês em que há maior incidência do mosquito por causa do verão, é preciso efetivar o combate ao nascimento do mesmo. “Não é só dengue e zika. O mosquito pode trazer mais sete doenças. Em janeiro temos é que evitar que o mosquito nasça”. 

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